A série de TV que deu origem a este portal e relatos sobre expedições em parques nacionais e outras unidades de conservação do país.

Parque Nacional das Emas

Uma das principais unidades de conservação do Cerrado, o parque foi declarado Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO e apresenta uma impressionante diversidade de ambientes e espécies.

Parques Nacionais de Boa Nova e da Chapada Diamantina

Um parque onde é possível ir da Mata Atlântica até o semiárido. Uma cordilheira antiga formou ambientes únicos no meio do sertão. Num mesmo bioma, duas unidades de conservação com características e diversidades biológicas distintas, ameaçadas e desconhecidas.

Unidades de conservação no sul da Bahia

O quarto episódio apresenta três importantes fragmentos da Mata Atlântica do sul da Bahia: o Parque Nacional do Pau Brasil, o Parque Nacional da Serra das Lontras e o mosaico formado pela Reserva Biológica e o Refúgio da Vida Silvestre de Una. O documentário se concentra em espécies ameaçadas emblemáticas como o pau-brasil (Paubrasilia echinata), a onça-pintada (Panthera onca), a harpia (Harpia harpyja), o macaco-prego-do-peito-amerelo (Sapajus xanthosternos), o ouriço-preto (Chaetomys subspinosus) e o mico-leão-de-cara-dourada (Leontopithecus chrysomelas).

Parque Nacional da Serra da Canastra

Os imponentes chapadões do cerrado mineiro, o Rio São Francisco, a Casca D’Anta e uma espécie Criticamente Ameaçada de extinção: o pato-mergulhão (Mergus octosetaceus).

Parque Nacional da Serra da Bodoquena

O quinto episódio da série relata uma expedição através do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, localizado no sudoeste do Mato Grosso do Sul. O documentário revela um lugar de grande beleza e rica biodiversidade, apresentando um dos maiores ambientes cársticos do Brasil, com tufas calcárias, campos de lapiás, cânions e rios subterrâneos.

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães

Perto da capital Cuiabá fica o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. Uma paisagem deslumbrante: a Cidade de Pedra e vales cobertos por florestas. Nos paredões deste vale observamos araras-vermelhas, gibãos-de-couro e uma inusitada família de macacos-prego. Exploramos trilhas percorridas por viajantes-naturalistas e tropeiros no passado. Neste caminho observamos paisagens retratadas por pintores e desenhistas em 1827, durante a expedição do Barão de Langsdorff, como a própria Véu de Noiva, antes conhecida como Cachoeira do inferno. Conhecemos a biodiversidade do parque, frutos como a lobeira, o araticum, o abacaxi-do-cerrado, a mangaba, a marmelada, o murici e o cascudo ( endêmica da Chapada); antas, cachorros-do-mato e lobos-guará;  aves como o pitiguari, a ariramba-preta e o urubuzinho; subimos o Morro São Jerônimo – o ponto culminante da unidade -, e relatamos a existência de espécies como a raposinha-do-campo, a queixada e a jaguatirica.